“Estamos recebendo um retorno muito positivo dos moradores. As pessoas reconhecem os elementos da nossa cultura nas pinturas, identificam o Marco Zero, o pirarucu, a caixa do marabaixo, os dançarinos e os tocadores. Ver esse reconhecimento e perceber que a comunidade se sente representada é uma das maiores recompensas do nosso trabalho”, destaca.
















