“É o sistema da Justiça enxergando essas pessoas como detentoras de direitos humanos, isso faz com que o diálogo entre o sistema de Justiça e essas pessoas seja estreitado e essa ponte de fato seja construída. Não existe uma pessoa só para resolver um problema tão grandioso. É preciso que o sistema de Justiça, de proteção, os governos, todos de mãos dadas, venham para as praças e a gente perceba nessas pessoas que eles realmente têm direito a uma casa e não apenas a uma calçada, que eles têm direito à alimentação, à saúde, à dignidade da pessoa humana”, disse juiz e coordenador do PopRuaJUD.















